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Hoje o Elvis me deixou super orgulhosa, logo quando eu coloquei a bolinha na bancada ele fez varias cestas. Depois ele foi pra quadra e depois de alguns minutos explorando conseguiu generalizar e fez mais cestas, pegando a bolinha do chão e colocando na cesta no nivel 1.Estamos quase chegando la, e a adrenalina vai aumentando (:

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Schetoos esta cada vez mais próximo do objetivo final! Na aula de 8/11, coloquei duas cestas em quadra, no começo tentei fazer ele fazer cesta dos dois lados, mas é claro que eu tinha esquecido de uma das regras básica do basquete hehe, mas enfim, ele se saiu muito bem, aumentei também uma das cesta e ele fazia com facilidade e sozinho nas duas. Na aula de hoje (10/11) comecei a reforcar o Schetoos apenas quando ele fazia cestas de um lado da quadra, para que ele não faça ponto contra no dia do jogo  ahhaha, e deu certo! Ele esta pegando a bola cada dia mais longe da cesta, em diferentes posições e na altura ainda mais alta! Esse ratinho é o máximo! Esta aprendendo direitinho e já já estara ainda melhor!!! Esperem as próximas atualizações…

Olá pessoal!!! Demorei mas não desisti do meu treinamento não, não apreci por aqui, pois o Jack estacionou…não evoluiu muito não.
Bem ele que começou super bem, mas como diz o ditado, ´"os últimos serão os primeiros"!!
Mas o Jack, de uns 2 dias de treinamento para cá, ele deu uma bela de uma evoluida. Até então, ele parecia desanimado, quando ele reagia ao treinamento, de repente ele parava e ficava mais quietinho no canto dele. Mas se formos analisar por comportamentos, e até mesmo pelos humanos, a maioria se comporta dessa forma. Tem dias que estamos bem e dias que não "prestamos pra nada"…rsrsrrs.
Mas um belo dia, o Prof Bruno, viu que o Jack estava no cantinho dele, e ocupou meu lugar de treinadora. Fiquei "passada"!! Foi uma mistura de sentimentos. Ao mesmo tempo fiquei triste, brava e feliz. O Jack respondeu ao treino e fez cestas!!!! Claro que não fez sozinho, mas ele respondeu aos "clikers" e colocava a bola na cesta. E tem mais: a cesta subiu do nivel do chão para o nível 2!!
Mas o mais engraçado e curioso, é que o Prof. Bruno fez coisas com o Jack, que eu particularmente achava que não deveria ser feito. Por exemplo: eu achava que a bola deveria ficar disponivel num lugar, de preferencia perto da cesta de inicio, e paradinha lá. Mas o professor, pegava a bola e colocava perto dele, colocava no focinho, cutuca com a bola. De início achei estranho, mas deu muito resultado.
No outro dia de treinamento, fiz a mesma coisa. Resultado: ele respondeu muito bem ao treino, e subi a cesta ao nível 3. Ele ainda não faz sozinho, mas já evoluiu e muito!
Ate então, eu também usava vários apetrechos para lidar com a bola e a comida. A comida ainda continuo dando com uma pinça, pois ele é o famoso "Mordedor". E a bola eu segurava com um palito, pois ele logo cheirava meu dedo e queria mordê-lo. Este palito já abandonei, o que pra mim foi muito mais prático ficar sem ele.
Jack também parece estar mais dócil, mas ainda não consigo pegá-lo com muita segurança.
Bom é isso…espero que ele evolua cada vez mais! E estamos aí…tentando e super ansiosos para ver eles jogando de verdade!!

Ao realizar uma intervenção sobre comportamentos intuitivamente temos a sensação se está funcionando ou não. O problema é que muitas vezes diferentes pessoas tem intuições diferentes sobre a qualidade ou eficácia da intervenção. E não parece ser apropriado, e muito menos ético, tornar a avaliação do trabalho profissional do psicólogo uma mera questão de “opinião”. Como qualquer profissão, cabe a nós demonstrar a eficácia daquilo que fazemos.

Porém, deixar para avaliar uma prática profissional apenas depois que ela já terminou parece ser muito pouco como condição para aperfeiçoamento das intervenções. A idéia de que toda avaliação deve (a) oferecer informações sobre aquilo que ocorre sistematicamente e (b) propiciar condições para aperfeiçoar a intervenção ainda enquanto ela ocorre ainda parece ser pouco conhecida e aplicada na Psicologia.

A Análise do Comportamento, ao inserir o termo experimental em seu nome (Análise Experimental do Comportamento), enfatiza que o processo básico de trabalho dos profissionais identificados com esse modo de fazer psicologia enfatiza que a atuação profissional deve envolver método ou procedimentos para esse tipo de avaliação. Uma Análise Experimental oferece dados para que o psicólogo localize com precisão os processos comportamentais com os quais está lidando e o monitoramento do que ocorre a partir da atuação do psicólogo.

Geralmente fazemos isso mensurando os processos comportamentais que já ocorrem antes da intervenção do psicólogo e o monitoramento do que ocorre com tais processos durante e depois da intervenção. Por vezes, podemos aplicar o mesmo raciocínio para monitorar processos mais simples…

Assista o filme abaixo em que está sendo ensinado um rato a fazer cestas de basquete. Ao assistir, tente avaliar (intuitivamente) se o rato está aprendendo ou não. Tente também identificar se há algum tipo de padrão entre os erros dele. Divirta-se:

E então? O que descobriu? O rato está aprendendo ou não? Independente de sua resposta, avalie qual o grau de confiança na sua impressão… Será que é realmente isso? Pois é justamente para sairmos da “impressão” para o campo da demonstração, que utilizamos registros de observação direta e representações gráficas para enxergar com mais precisão aquilo que acontece.

Organizamos um registro de observação de eventos (fazer cestas x pegar bola e não fazer cesta) por intervalos de tempo (30 seg), ilustrado na Figura abaixo. Com esse tipo de representação podemos visualizar o que acontece com os desempenhos que temos interesse ao longo do treino. Note que a curva acumulada de respostas erradas começa com maior frequência, mas é negativamente acelerada (está diminuindo aceleração). A curva acumulada de respostas certas (fazer cestas), que começou com menor frequência, apresenta característica positivamente acelerada (aumentando a aceleração). Essa representação nos possibilita identificar que muito provavelmente, considerando que o contexto continua o mesmo, o rato está aprendendo a jogar basquete.

Além disso, ao analisarmos os tipos de erro mais comuns, identificamos ao menos 2 tipos de padrões de erros. O primeiro ocorre quando a distância da bola para a cesta é maior (rato se estica para pegar bola), e o segundo quando a bola escapa da boca e patas do rato enquanto ele a movimenta. Identificar que esses dois padrões de erros são mais frequentes possibilita ao treinador aperfeiçoar os procedimentos de treino, ou até mesmo mudar as características da bola para facilitar o processo de aprendizagem.

Gráficos são nossos amigos! Eles nos ajudam a compreender os processos com os quais lidamos com mais precisão, desde que estejam mensurando aspectos importantes para nosso trabalho. Se você está terminando de ler esse texto pensando “mas fazer isso é difícil e dá muito trabalho”, lembre-se que será difícil apenas enquanto você ainda não souber fazê-los com tranquilidade e que dá muito menos trabalho avaliar aquilo que fazemos para corrigir rapidamente do que ter que refazer muitas vezes a mesma coisa porque simplesmente não produzimos os resultados que seriam importantes para a comunidade, família ou cliente com o qual lidamos.

Como não postei nos últimos encontros, vou atualizar o diário do querido Elvis. Tenho reparado que o Elvis é um rato de fases, tem dias que ele esta mais dengoso, tem dias que ele esta bem esperto. Ele ja faz cestas no nivel do chão sozinho e no nivel 1 com minha ajuda. Começou a pegar a bolinha com a boca, mas ainda nao leva de qualquer lugar para a cesta. Na hora do treino, também reparei que ele passa por algumas fases: primeiro a exploração, depois as cestas, descansa um pouquinho e por ultimo, faz mais algumas cestas. Uma coisa que tenho que diminuir são os carinhos, pois pra ele sao muito reforçadores, e se bobear ele fica dormindo o treino inteiro recebendo carinho haha. Mas é isso, estamos no ultimo mes de treino e o medo vai almentando de nao dar tempo, mas estamos ai pra fazer acontecer (:

04/11: Aprendendo

Nos últimos treinamentos aumentei um pouco a altura da cesta e afastei mais a bola. Hoje o Floyd conseguiu colocar a bola quando estava um pouco mais longe da cesta, e às vezes quando errava, pegava novamente a bola e a jovava dentro. Agora é treinar mais a cesta de três pontos!

 

 

Nas últimas práticas não tive tempo para postar, então vou comentar agora sobre os últimos avanços do meu amiguinho.

Schetoos começou a entender que não adiantava  só jogar a bola para trás, a bola tem que passar pelo arco, com essa percepção (após colocar um papel vermelho envolta da cesca) as coisas deslancharam, a cesta foi ficando mais alta e ele foi respondendo positivamente a isso, resolvi então coloca-lo então no campo oficial, o começou foi de muita exploração, mas depois ele percebeu que lá também ele podia treinar as suas cestas, e foi só sucesso hahahha! Ele esta cada vez melhor, até com distancias maiores entre a bola e o arco ele já esta dando conta de aproxima-la! o próximo passou será aumentar ainda mais a cesta e faze-lo levar a bola até a cesta independente do local da quadra em que ela estiver… são cenas dos próximos capítulos….!!!